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Dúvida sobre melhores práticas de medida de solo



Sensores de medida de solo funcionam na areia?

A linha atual de sensores de solo da Decagon são robustos à textura do solo. As primeiras sondas da linha Ech2o lançadas em 2001 exigiam uma calibração personalizada para ser uutilizada em solo arenoso. Atualmente, todos os sensores de solo da Decagon já saem da fábrica calibrados para serem utilizados em medições na areia.

*Imagem: Getty Images

Entenda o que é potencial de água



   Potencial de água é uma medida da diferença de energia potencial entre a água contida em uma amostra em referência a água contida em uma piscina de água pura, livre. Água livre tem um potencial de zero por definição. Como a água do solo, geralmente, tem um estado de energia mais baixa que a da água livre e pura, o seu potencial normalmente tem um valor negativo. A energia da água no solo pode ser alterada mudando a pressão da água (potencial de pressão), mudando a concentração de solutos na água (potencial osmótico), ou pelas forças adesivas e coesas que se ligam a água em superfícies sólidas e em capilares de uma matriz (potencial matricial). A energia da água no solo depende também da posição da água em um campo gravitacional (potencial gravitacional).
   Complicado, não? O conceito de potencial de água não só é difícil de medir, é difícil de explicar!
   Cientes dessas dificuldades, os especialistas da Decagon Devices disponibilizaram no site da empresa uma seção especial sobre potencial de água, na qual é possível encontrar informações, como por que não nenhum instrumento é capaz de ler com precisão toda a gama de potenciais hídricos dos solos, qual o melhor instrumento para medir o potencial de água em suas aplicações, além de conversões de unidades de potencial de água de maneira fácil.
   Quer saber mais? Então visite a página especial sobre teoria do potencial de água da Decagon.

ACCUPAR LP-80- Radiação fotossintética ativa e índice de área foliar

  
Desenvolvido pela Decagon, o AccuPAR LP-80 é um equipamento leve e portátil para medida de índice de área foliar (IAF) e radiação fotossintética ativa (PAR).

    Possui uma haste com 80 sensores PAR que permite a análise da intercepção do dossel em qualquer posição dentro de uma determinada cultura ou de um dossel florestal. Com a utilização dos sensores externos, que acompanham o instrumento, é possível a execução simultânea de leituras acima e abaixo do dossel.
    Os dados da radiação PAR podem ser utilizados com outros dados ambientais para estimar a produção da biomassa sem destruir a safra (não destrutiva). É indicado também na determinação de outras interações da planta, tais como a intercepção da radiação, conversão de energia, troca gasosa, intercepção da precipitação e evapotranspiração.
   O AccuPAR também utiliza medições de radiação e outros parâmetros para calcular com precisão o índice de área foliar (IAF) não-destrutiva em tempo real.

Saiba mais:
  • Aplicações: Produção de biomassa, Cobertura do dossel, Gestão de efeito estufa, Ecologia Vegetal
  • Faixa de leitura - 0 to > 2,500 mol m-2s-1 
  • Número de sensores - 80
  • Comprimento Total - 99 cm
  • Peso do instrumento - 0.56 kg
  • Capacidade de armazenagem - 1 MB RAM
  • Instrumento fornecido com mala de transporte em material rígido, manual, software e sensor PAR externo.

Accupar: Medidor de Radiação Ativa Fotossintética e Índice de Área Foliar

Accupar LP-80

   As plantas dependem da luz solar para estimular a fotossíntese, porém nem toda a luz emitida é utilizável pela planta.
   PAR (Photossynthetically Active Radiation) é definida como radiação na banda de 400 a 700 nm, sendo um parâmetro para quantificar e avaliar a eficiência da copa. A medida de PAR ajuda a determinar as condições de luz ideal para máximo rendimento da planta.
   AccuPAR utiliza um probe de 80 cm contendo 80 sensores que facilmente detectam a mudança gradual da luz em todos os níveis da copa da planta. Os 80 sensores de copa detectam manchas solares em locais múltiplos.
Instrumento portátil determina precisamente a produção de biomassa do experimento e permite a análise da intercepção do dossel em toda a posição dentro de uma determinada cultura ou de um dossel florestal. Os dados da radiação PAR podem ser usados com outros dados ambientais para estimar a produção da biomassa em análise não destrutiva sendo igualmente importante na determinação de outras interações da planta, tais como a intercepção da radiação, conversão de energia, troca gasosa, intercepção da precipitação e evapotranspiração.
   Com a utilização do uso do sensor externos que acompanha o instrumento é possível a execução das leituras acima e abaixo do dossel simultaneamente.

ESPECIFICAÇÃO:
  • Instrumento AccuPAR com intercepção de luz - Modelo LP PAR 80 com sensor externo
  • Ambiente de Operação: 0 a 50ºC com até 100% de umidade relativa (prova de salpicagem)
  • Comprimento da Sonda: 86,5 cm (padrão)
  • Número de fotodíodos: 80 padrões
  • Comprimento total: 102 cm
  • Sessão transversal da sonda: 14 mm largura x 15 mm profundidade
  • Dimensão do Instrumento: 158mm X 95mm X 45 mm
  • Faixa PAR: 0 a >2,500 mol.m-2.s-1
  • Resolução: mol.m-2.s-1
  • Resolução mínima espacial: 1 cm
  • Capacidade de armazenamento de dados: 1MB de RAM
  • Intervalo de varredura descontínuo: de 1 a 60 minutos de intervalo entre as varreduras, sendo a faixa selecionável pelo usuário
  • Intervalo de gravação descontínuo: varredura na frequência de até cada 30 segundos
  • Peso do instrumento: 900 g
  • Maleta de transporte: Maleta com alça, reforçada com polietileno. 3,6Kg; 11,8cm X 24cm X 109 cm
  • Maleta para transporte no campo: Maleta com alça "cordora" e presilhas que permitem o fácil transporte no campo.
  • Reparador de dados: via computador @ 9600 baud
  • Programa de Operação: Upgrade pelo usuário
  • Teclado: Teclado de membrana com 16 teclas alfanúmericas.
  • Relógio: 24 horas 1 min / mês
  • Data: Calendário no formato USA ou Internacional
  • Comentário de dados: Armazena a cada leitura
  • Cabo de interface: Combinação de cabo RS232 e jaqueta de bateria recarregável com 122cm de comprimento
  • Potência: 5AA célula de Níquel-Cádmio (4AA célula característica alcalina)

Como o potencial de água pode ajudar a prever pragas?


  
 Um único gafanhoto não parece um problema. Este pequeno inseto tem a capacidade de comer o equivalente a seu peso, em um único dia, e ainda não alterar seu peso.
Sob certas condições, contudo, o gafanhoto pode se juntar a outros e formar um enxame temível e devastador.
   Enxames de pragas de gafanhotos podem cobrir 1.200 Km2 com até 80 milhões de gafanhotos ocupando um único quilômetro quadrado! Nesses casos, os enxames podem comer mais de 200 mil toneladas de matéria vegetal por dia, causando um efeito devastador na agricultura.
   Dr. Martin Steinbauer, um entomologista australiano, utilizou medidas de potencial de água para investigar qual a capacidade que os ovos de gafanhoto tem em extrair água em diferentes tipos de solo.
   Com sua descoberta está ajudou a Comissão Australiana de Pragas de Gafanhoto a prever as condições para surgimento da praga e reduzir os danos causados por estes insetos.
    Veja a pesquisa completa.

Sensores de umidade de solo


  
  A umidade do solo é altamente variável. Conhecer a quantidade de água disponível é de fundamental importância, pois indica qual a condição hídrica do local a ser analisado.
  Na prática, a umidade do solo pode influenciar em construções, plantações e na irrigação, já que a determinação da quantidade de água no solo serve como parâmetro para o volume de água que será empregado no sistema.
  Para efetuar medições de umidade do solo com qualidade são necessários sensores específicos para tal atividade. Os sensores de umidade de solo da Decagon são instrumentos amigáveis e interativos que possuem uma ótima relação custo/ benefício.
  As sondas são indicadas para estudos geotécnicos, avaliação da relação entre solo, água e planta e realizam medidas de permissividade dielétrica, condutividade elétrica, temperatura, além de umidade volumétrica de água.

5 dicas para o bom uso dos sensores:
1-  Teste o equipamento no laboratório antes de sair para instalar os sensores.
2-  Se possível, instale os sensores um dia após uma boa chuva. A instalação fica mais simples quando o solo está ligeiramente úmido.
3-   Use um tubo PVC para empurrar o sensor para o fundo do buraco.
4-  Passe os cabos através de uma tubulação de PVC abaixo da superfície para evitar que animais danifiquem o registrador de dados.
5-  Caso precise remover o sensor da área avaliada (para fins de plantio ou colheita, por exemplo), instale uma caixa de válvulas no subsolo para guardar os cabos até que o registrador seja colocado de novo. Isso também faz com que os sensores sejam encontrados mais facilmente.