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Viscosidade em Asfalto

 


A história da pavimentação no Brasil teve início em 1861, de lá para cá, a presença do asfalto nas ruas só tem aumentado, existem várias razões para o uso intensivo do asfalto em pavimentação, principalmente por agir como um ligante criando uma forte união dos agregados e consequentemente uma flexibilidade controlável.

O asfalto possui comportamento termoviscoelástico, influenciando diretamente o desempenho das misturas asfálticas, aumentando ou diminuindo a viscosidade, dependendo da faixa de temperatura. Cimentos asfálticos de petróleo, também conhecidos como CAP, passam por diversos ensaios para identificar se está adequado para pavimentação, o DNIT tem implementado o procedimento PRO-MeDiNa, visando aperfeiçoar e auxiliar projetistas no dimensionamento de pavimentos flexíveis, e uma das definições de ensaios obrigatórios é o controle da viscosidade já normatizados pela ABNT e ASTM.

Dentro do universo de pavimentação asfáltica, utilizam ligantes modificados por polímero e por borracha, com o objetivo de reduzir as adversidades causadas pelo tráfego pesado e as condições climáticas nas malhas rodoviárias e para que essa modificação seja viável técnica e economicamente é necessário que o polímero se misture adequadamente com o asfalto, melhorando as características de fluidez do asfalto a altas temperaturas, assim a viscosidade do ligante precisa ser controlada.

Utilizando no viscosímetro Brookfield DVNext o cilindro coaxial (SC4-21) conforme mencionado nas normas ABNT NBR 15184 / ASTM D 4402, mergulhado na amostra em teste dentro da câmara do dispositivo Thermosel, é possível obter as informações necessárias para determinação das temperaturas de usinagem e compactação, resistência da pavimentação à degradação, através da curva de viscosidade versus temperatura.



Atualmente no Brasil, tem sido crescente o uso como alternativa a incorporação de pó de borracha moída de pneus inservíveis ao CAP, reduzindo problemas ambientais e trazendo melhorias para a mistura asfáltica sob vários aspectos. O controle de viscosidade desse asfalto modificado é realizado no viscosímetro Brookfield DVNext conforme mencionado nas normas ABNT NBR 15529 / ASTM D 2196.

Quer conhecer mais sobre os ensaios de ligantes asfálticos? Contate um de nossos especialistas através do whatsapp: (11) 97277-3576






Viscosidade em Asfalto - DVNEXT


Viscosidade em Asfalto

A história da pavimentação no Brasil teve início em 1861, de lá para cá, a presença do asfalto nas ruas só tem aumentado, existem várias razões para o uso intensivo do asfalto em pavimentação, principalmente por agir como um ligante criando uma forte união dos agregados e consequentemente uma flexibilidade controlável.

O asfalto possui comportamento termoviscoelástico, influenciando diretamente o desempenho das misturas asfálticas, aumentando ou diminuindo a viscosidade, dependendo da faixa de temperatura. Cimentos asfálticos de petróleo, também conhecidos como CAP, passam por diversos ensaios para identificar se está adequado para pavimentação, o DNIT tem implementado o procedimento PRO-MeDiNa, visando aperfeiçoar e auxiliar projetistas no dimensionamento de pavimentos flexíveis, e uma das definições de ensaios obrigatórios é o controle da viscosidade já normatizados pela ABNT e ASTM.

Dentro do universo de pavimentação asfáltica, utilizam ligantes modificados por polímero e por borracha, com o objetivo de reduzir as adversidades causadas pelo tráfego pesado e as condições climáticas nas malhas rodoviárias e para que essa modificação seja viável técnica e economicamente é necessário que o polímero se misture adequadamente com o asfalto, melhorando as características de fluidez do asfalto a altas temperaturas, assim a viscosidade do ligante precisa ser controlada.

Utilizando no viscosímetro Brookfield DVNext o cilindro coaxial (SC4-21) conforme mencionado nas normas ABNT NBR 15184 / ASTM D 4402, mergulhado na amostra em teste dentro da câmara do dispositivo Thermosel, é possível obter as informações necessárias para determinação das temperaturas de usinagem e compactação, resistência da pavimentação à degradação, através da curva de viscosidade versus temperatura.

Imagem 1: Viscosímetro e Termocélula Brookfield



Atualmente no Brasil, tem sido crescente o uso como alternativa a incorporação de pó de borracha moída de pneus inservíveis ao CAP, reduzindo problemas ambientais e trazendo melhorias para a mistura asfáltica sob vários aspectos. O controle de viscosidade desse asfalto modificado é realizado no viscosímetro Brookfield DVNext conforme mencionado nas normas ABNT NBR 15529 / ASTM D 2196.


Quer conhecer mais sobre os ensaios de ligantes asfálticos? Contate um de nossos especialistas pelo whatsapp (11) 97277-3576.




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CAP - Cimento Asfáltico de Petróleo


Os cimentos asfálticos de petróleo (CAP) são materiais de propriedades adesivas, termoplásticas e viscoelásticas. Essas propriedades são obtidas adicionando ao betume, ligantes para alterar a reologia e alcançar características funcionais diferenciadas.

Os compostos químicos modificadores são o Estireno-Butadieno, (pó de borracha, SBR), e polímeros elastômeros, como o Estireno-Butadieno-Estireno,(SBS) e o  Etileno Acetato de Vinila, (EVA).

Cada tipo de composto químico é selecionado a fim de alcançar as modificações das propriedades reológicas com a finalidade de resultar em características como: aumentar a elasticidade, obter menor deformação plástica quando submetidos a ambientes a altas temperaturas, melhorar a resistência a fadiga retardando o  envelhecimento e rachaduras, aumentar a durabilidade e a vida útil dos pavimentos e revestimentos de impermeabilização.

A escolha do tipo de CAP modificado é feita em função a aplicação a qual se destina e as condições operacionais viáveis de serem executadas. As especificações técnicas dos produtos asfálticos são apresentadas no site da ABEDA – AssociaçãoBrasileira das Empresas Distribuidoras de Asfalto.

Os benefícios resultam em menores custos com manutenções de pavimentos revestidos com CAP modificados comparados a pavimentos asfálticos convencionais apenas com betume.

Asfaltos modificados com o pó de