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Teste de Aderência de Revestimentos

 


Desde a criação da ABNT NBR 15877 os testes de tração em revestimentos têm se tornado cada vez mais comuns na indústria, devido a precisão e uniformidade na realização das medições.

Os testes de tração dependem do tipo de substrato e revestimento, além das dimensões do corpo de prova – dolly – para determinação das faixas de medição do instrumento. Para que os revestimentos tenham um desempenho satisfatório, eles devem aderir aos substratos sobre os quais são aplicados, e para isso devem passar por testes que quantificadores e qualificadores, já que muitas normas nacionais e internacionais exigem que a natureza da fratura seja registrada.

O Teste Pull-Off, um método de teste maximiza a tensão de tração em comparação com a tensão de cisalhamento aplicada por outros métodos, como raspagem ou adesão com faca, e os resultados podem não ser comparáveis.

Os testadores de aderência portáteis de pull-off operam usando pressão mecânica (torção manual), hidráulica (óleo) ou pneumática (ar).
A melhor repetibilidade é obtida quando a força de tração atua perpendicularmente à superfície que está sendo testada.

O Pull-Off, da DeFelsko, é capaz de quantificar em unidades de MPa, psi e N, a força máxima de resistência a tração de revestimentos em metal, madeira, concreto e outros substratos rígidos, em conformidade com os padrões internacionais, incluindo ASTM C1583/D4541/D7234/D7522, ISO 4624/16276-1, EN 1542/12004-2, AS/NZS 1580.408.5 e outros.

Quer saber mais sobre os ensaios de tração Pull-Off? Entre em contato conosco pelo e-mail atendimento@braseq.com.br ou whatsapp (11) 997277-3576

Teste de Aderência por Tração

Desde a criação da ABNT NBR 15877 os testes de tração em revestimentos têm se tornado cada vez mais comuns na indústria, devido a precisão e uniformidade na realização das medições.

Os testes de tração dependem do tipo de substrato e revestimento, além das dimensões do corpo de prova – dolly – para determinação das faixas de medição do instrumento. Para que os revestimentos tenham um desempenho satisfatório, eles devem aderir aos substratos sobre os quais são aplicados, e para isso devem passar por testes que quantificadores e qualificadores, já que muitas normas nacionais e internacionais exigem que a natureza da fratura seja registrada.

O Teste Pull-Off, um método de teste maximiza a tensão de tração em comparação com a tensão de cisalhamento aplicada por outros métodos, como raspagem ou adesão com faca, e os resultados podem não ser comparáveis.

Os testadores de aderência portáteis de pull-off operam usando pressão mecânica (torção manual), hidráulica (óleo) ou pneumática (ar).

A melhor repetibilidade é obtida quando a força de tração atua perpendicularmente à superfície que está sendo testada.



As principais naturezas de fratura são falha adesiva (falha na interface revestimento/substrato), coesiva (falha dentro do filme de revestimento ou do substrato), ou falha da cola (separação visível da cola de si mesma)

Entre em contato com um especialista da BrasEq através d whatsapp: (11) 97277-3576 ou acesse o nosso site: https://www.braseq.com.br/








PosiTector 200

     

Vantagens da Análise de Espessura de Camada por Ultrassom

Os revestimentos são projetados para desempenhar melhor sua função pretendida quando aplicados dentro de determinadas faixas de espessura, conforme especificado pelo fabricante do revestimento.

Uma espessura consistente de revestimento é primordial ao aplicar camadas de certos produtos, pois ao aplicar uma quantidade superior à recomendada, podem ocorrer rachaduras ou falhas no acabamento.

Em muitos casos, ao utilizar uma faixa de espessura superior à 127µm (5 mils), devido a composição, alguns produtos podem secar e criar rachaduras, pois ficam mais duros que outros tipos de revestimento, como é o caso dos vernizes.

Outro exemplo são os painéis de MDF, onde a espessura do revestimento em pó normalmente varia entre 76 e 228µm (3 e 9 mils). Normalmente, quanto mais espessa a cobertura, mais durável é o acabamento. 

          

Análise por ultrassom

Na indústria é comum testar a espessura dos revestimentos para fins de controle de qualidade e inspeção. Quando a base é metálica, é utilizado um método eletromagnético.

Como esses instrumentos não podem medir a espessura dos acabamentos sobre a madeira, técnicas alternativas foram usadas, incluindo:

Corte transversal óptico (cortando a parte revestida e visualizando o corte microscopicamente)

Medição de altura (medição antes e depois com um micrômetro)

Gravimétrico (medindo a massa e a área do revestimento para calcular a espessura)

Esses testes são demorados, difíceis de realizar e estão sujeitos à interpretação do operador e outros erros de medição. Para obter uma amostra estatisticamente representativa, vários produtos de madeira de um lote podem precisar ser descartados como parte do processo de teste destrutivo.

Com a chegada dos instrumentos ultrassônicos, muitos inspetores passaram a realizar análise de espessura não destrutiva.


O método de operação

O teste ultrassônico funciona enviando uma onda ultrassônica em um revestimento usando uma sonda com a ajuda de um gel acoplante aplicado à superfície.

A vibração percorre o revestimento até encontrar um material com propriedades mecânicas diferentes – o som se propaga com velocidades diferentes em materiais diferentes.

A vibração, parcialmente refletida nesta interface, retorna até a sonda. Enquanto isso, uma parte da onda transmitida continua a se propagar além dessa superfície e o som continua a atravessar os demais materiais que encontrar pela frente. (Figura 4)

Como pode ocorrer um número potencialmente grande de ecos, o medidor é projetado para selecionar o eco máximo ou “mais alto” a partir do qual identificou uma medição de espessura. O medidor ignora ecos mais suaves de imperfeições de revestimento e camadas de substrato.

Por que adquirir um medidor de espessura de camada ultrassônico?

Medições de espessura rápidas e não destrutivas agora podem ser feitas em materiais que anteriormente exigiam testes destrutivos ou análises de laboratório. Essa nova tecnologia melhora a consistência e o rendimento na sala de acabamento. Potenciais reduções de custos incluem:

• Minimizam o desperdício do excesso de revestimento, controlando a espessura do revestimento que está sendo aplicado

• Minimizam o retrabalho e o reparo por meio de feedback direto ao operador e controle de processo aprimorado

• Eliminam a necessidade de destruir ou reparar objetos fazendo medições destrutivas da espessura do revestimento


Entre em contato com a BrasEq e solicite a demonstração dos equipamentos destinados análise de espessura de camada pelo site:  ww.braseq.com.br/contato ou Whatsapp 11 97277-3576.



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Teste de Força de Aderência Pull-Off


 Teste de adesão de revestimento

Quando falamos em revestimentos, pensamos em sua resistência e durabilidade ao longo dos anos, e esses são fatores que podem ser influenciados diretamente pelo tipo de substrato, e/ou produto aplicado.

Para que os revestimentos tenham um desempenho satisfatório, eles devem aderir aos substratos sobre os quais são aplicados e para isso devem passar por testes quantificadores e qualificadores, já que muitas normas nacionais e internacionais exigem que a natureza da fratura do revestimento seja registrada.

Existem diversos métodos para análise de força de adesão de revestimentos, então trataremos brevemente sobre os principais testes, apontando suas vantagens e desvantagens.

O primeiro é o Teste de Faca onde o desempenho é baseado no grau de dificuldade para remover o revestimento do substrato e no tamanho do revestimento removido. Sua realização é simples, e utilizando uma faca, é feito um corte em X através do revestimento até o substrato. No vértice, a ponta da faca é usada para tentar levantar o revestimento do substrato ou do revestimento abaixo. Trata-se de um teste altamente subjetivo e seu valor depende da experiência do inspetor. Um revestimento que tem um alto grau de resistência coesiva pode parecer ter uma adesão pior do que um que é frágil e, portanto, fratura facilmente quando sondado.

O segundo, mas não menos importante é o Teste de Fita e Corte em X, que se destina principalmente ao uso em locais de trabalho. Usando uma lâmina afiada, bisturi, faca ou outro dispositivo de corte, um corte em X é feito através do revestimento até o substrato. Uma régua de aço ou outro metal duro é usada para garantir cortes retos. A fita é colocada no centro da interseção dos cortes e depois removida rapidamente.

Então chegamos ao Teste Pull-Off, um método de teste que maximiza a tensão de tração em comparação com a tensão de cisalhamento aplicada por outros métodos, como raspagem ou adesão com faca, e os resultados podem não ser comparáveis. Os testadores de aderência portáteis de pull-off operam usando pressão mecânica (torção manual), hidráulica (óleo) ou pneumática (ar).

A melhor repetibilidade é obtida quando a força de tração atua perpendicularmente à superfície que está sendo testada. Observe pela figura abaixo que a geometria construtiva do corpo de prova utilizado no “PosiTest AT” se acomoda a eventuais imperfeições decorrentes de falhas no adesivo, garantindo que a força exercida (setas amarelas) seja perpendicular a superfície/substrato. Em outros tipos de corpo de prova, a extração pode gerar falsos resultados já que não haverá uniformidade entre o corpo de prova, adesivo e substrato.

1 - Comparação entre métodos de extração

1 - Comparação entre métodos de extração

As principais naturezas de fratura são falha adesiva (falha na interface revestimento/substrato), coesiva (falha dentro do filme de revestimento ou do substrato) ou falha da cola (separação visível da cola de si mesma).

2 - Tipos de fratura na amostra

O Pull-Off, da DeFelsko, é capaz de quantificar em unidades de MPa, psi e N, a força máxima de resistência a tração de revestimentos em metal, madeira, concreto e outros substratos rígidos, em conformidade com os padrões internacionais, incluindo ASTM C1583/D4541/D7234/D7522, ISO 4624/16276-1, EN 1542/12004-2, AS/NZS 1580. 408.5 e outros, e para cada tipo de substrato, existe um conjunto de análise específico. Esses conjuntos são compostos por corpo de prova, suporte para o corpo de prova e serra copo.

3 - Pull-Off AT Automático

 

4 - Pull-Off AT Manual


5 - KIT Dollies 20mm


6 - KIT Dollies 50mm


7 - KIT Dollies 50x50mm


Para mais informações sobre equipamentos destinados a teste de força de adesão, entre em contato com a BrasEq pelo site: www.braseq.com.br/contato ou whatsapp (11) 97277-3576.



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Workshop - Tecnologias para caracterização e avaliação de tintas e revestimentos

Na próxima semana, a Braseq realizará um Workshop em três cidades diferentes.
Nosso especialista Pedro Rafael fará a palestra em português e contaremos com o especialista alemão da empresa Automation Dr. NIX - Holger Seyler para o Workshop de medição de camadas.
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